Essa é daquelas que nem precisa de receita! Apenas compartilhando aquele macarrão delicioso feito em qualquer dia da semana!!!
Para acompanhar um mix de sala verde tomatinhos cereja
Receitas simples, complicadas... receitas do dia-a-dia! Não sou chef, nem estudei gastronomia! Cantinho para esfriar a cabeça e esquentar a barriga!
terça-feira, 18 de outubro de 2011
domingo, 16 de outubro de 2011
Pão de Batata
Essa é mais uma receitinha maravilhosa do blog
Cozinhando com Josy. Fiz aqui em casa e foi o maior sucesso. Não mudei nada da
receita. A Josy usou metade da receita abaixo, eu fiz completa para distribuir
entre os familiares. Rendeu bastante. Eu fiz uns pães maiores e outros menores.
Uns recheados e outros sem recheio. Congelei depois de pronto e, ao
descongelar, parecia fresquinho!
Ingredientes
1/2 kilo de batatas cozidas e passadas pelo espremedor
50 grs de fermento biológico fresco
1 kilo de farinha de trigo
2 colheres (sopa) de açúcar
1 colher (sopa) de sal
2 xícaras (chá) de água morna
1 xícara (chá) de óleo
2 gemas
1 caixa de requeijão cremoso (tipo Catupiry)
Modo de preparo
Em uma tigela, junte o fermento, o sal e o açúcar. Mexa com um garfo, até obter um líquido. Acrescente o óleo, as batatas, as gemas e a água morna. Vá adicionando a farinha de trigo e misture bem até desgrudar das mãos. Faça bolinhas e deixe crescer por 30 minutos. Passado esse tempo, abra cada bolinha na palma da mão, coloque cerca de 1 colher (chá) de catupiry, enrole e faça as bolinhas novamente. Vá colocando as bolinhas em uma assadeira untada e enfarinhada, e deixe crescer por mais 30 minutos.
1/2 kilo de batatas cozidas e passadas pelo espremedor
50 grs de fermento biológico fresco
1 kilo de farinha de trigo
2 colheres (sopa) de açúcar
1 colher (sopa) de sal
2 xícaras (chá) de água morna
1 xícara (chá) de óleo
2 gemas
1 caixa de requeijão cremoso (tipo Catupiry)
Modo de preparo
Em uma tigela, junte o fermento, o sal e o açúcar. Mexa com um garfo, até obter um líquido. Acrescente o óleo, as batatas, as gemas e a água morna. Vá adicionando a farinha de trigo e misture bem até desgrudar das mãos. Faça bolinhas e deixe crescer por 30 minutos. Passado esse tempo, abra cada bolinha na palma da mão, coloque cerca de 1 colher (chá) de catupiry, enrole e faça as bolinhas novamente. Vá colocando as bolinhas em uma assadeira untada e enfarinhada, e deixe crescer por mais 30 minutos.
Em
seguida, passe em cada bolinha gema de ovo, e leve para assar em forno pré-aquecido
por aproximadamente 35 a 40 minutos, ou até dourar.
| Lanchinho da tarde |
E também servi com meu Atum e mix de salada verde!
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Felicidade Cladestina
Gostaria de compartilhar com vocês esse texto que eu adoro...
FELICIDADE CLANDESTINA
Clarice Lispector
Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme, enquanto nós todas ainda éramos achatadas. Como se não bastasse, enchia os dois bolsos da blusa, por cima do busto, com balas. Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria. Pouco aproveitava. E nós menos ainda: até para aniversário, em vez de pelo menos um livrinho barato, ela nos entregava em mãos um cartão-postal da loja do pai. Ainda por cima era de paisagem do Recife mesmo, onde morávamos, com suas pontes mais do que vistas. Atrás escrevia com letra bordadíssima palavras como "data natalícia" e "saudade". Mas que talento tinha para a crueldade. Ela toda era pura vingança, chupando balas com barulho. Como essa menina devia nos odiar, nós que éramos imperdoavelmente bonitinhas, esguias, altinhas, de cabelos livres. Comigo exerceu com calma ferocidade o seu sadismo. Na minha ânsia de ler, eu nem notava as humilhações a que ela me submetia: continuava a implorar-lhe emprestados os livros que ela não lia. Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informou-me que possuía As Reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato. Era um livro grosso, meu Deus, era um livro para se ficar vivendo com ele, comendo-o, dormindo-o. E completamente acima de minhas posses. Disse-me que eu passasse pela sua casa no dia seguinte e que ela o emprestaria. Até o dia seguinte eu me transformei na própria esperança da alegria: eu nao vivia, eu nadava devagar num mar suave, as ondas me levavam e me traziam. No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando, que era o meu modo estranho de andar pelas ruas de Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do livro, o dia seguinte viria, os dias seguintes seriam mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí nenhuma vez. Mas não ficou simplesmente nisso. O plano secreto da filha do dono de livraria era tranqüilo e diabólico. No dia seguinte lá estava eu à porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder, que eu voltasse no dia seguinte. Mal sabia eu como mais tarde, no decorrer da vida, o drama do "dia seguinte"com ela ia se repetir com meu coração batendo. E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. Ela sabia que era tempo indefinido, enquanto o fel não escorresse todo de seu corpo grosso. Eu já começara a adivinhar que ela me escolhera para eu sofrer, às vezes adivinho. Mas, adivinhando mesmo, às vezes aceito: como se quem quer me fazer sofrer esteja precisando danadamente que eu sofra. Quanto tempo? Eu ia diariamente à sua casa, sem faltar um dia sequer. As vezes ela dizia: pois o livro esteve comigo ontem de tarde, mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina. E eu, que não era dada a olheiras, sentia as olheiras se cavando sob os meus olhos espantados. Até que um dia, quando eu estava à porta de sua casa, ouvindo humilde e silenciosa a sua recusa, apareceu sua mãe. Ela devia estar estranhando a aparição muda e diária daquela menina à porta de sua casa. Pediu explicações a nós duas. Houve uma confusão silenciosa, entrecortada de palavras pouco elucidativas. A senhora achava cada vez mais estranho o fato de não estar entendendo. Até que essa mãe boa entendeu. Voltou-se para a filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro nunca saiu daqui de casa e você nem quis ler! E o pior para essa mulher não era a descoberta do que acontecia. Devia ser a descoberta horrorizada da filha que tinha. Ela nos espiava em silêncio: a potência de perversidade de sua filha desconhecida e a menina loura em pé à porta, exausta, ao vento das ruas de Recife. Foi então que, finalmente se refazendo, disse firme e calma para a filha: você vai emprestar o livro agora mesmo. E para mim: "E você fica com o livro por quanto tempo quiser." Entendem? Valia mais do que me dar o livro: "pelo tempo que eu quisesse" é tudo o que uma pessoa, grande ou pequena, pode ter a ousadia de querer. Como contar o que se seguiu? Eu estava estonteada, e assim recebi o livro na mão. Acho que eu não disse nada. Peguei o livro. Não, não saí pulando como sempre. Saí andando bem devagar. Sei que segurava o livro grosso com as duas mãos, comprimindo-o contra o peito. Quanto tempo levei até chegar em casa, também pouco importa. Meu peito estava quente, meu coração pensativo. Chegando em casa, não comecei a ler. Fingia que não o tinha, só para depois ter o susto de o ter. Horas depois abri-o, li algumas linhas maravilhosas, fechei-o de novo, fui passear pela casa, adiei ainda mais indo comer pão com manteiga, fingi que não sabia onde guardara o livro, achava-o, abria-o por alguns instantes. Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade. A felicidade sempre iria ser clandestina para mim. Parece que eu já pressentia. Como demorei! Eu vivia no ar... Havia orgulho e pudor em mim. Eu era uma rainha delicada. As vezes sentava-me na rede, balançando-me com o livro aberto no colo, sem tocá-lo, em êxtase puríssimo. Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com o seu amante.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Filé à milanesa com espagueti
Esse é, de longe, um dos meus pratos preferidos. Simplesmente gosto e pronto. Por mim comeria toda semana, mas é frito... Filé a milanesa com espaguete ao sugo. Coisa simples e boba até, mas adoro!
O modo de fazer é similar a receita do bife à parmegiana.
Junto com o macarrão servido com o molho de tomate! Bom para uma sexta-feira a noite! Na verdade... Para qualquer dia.
Aqui fazemos o molho de tomate e fico devendo a receita!
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Batata frita recheada
Peguei a ideia dessa receita do blogue Cozinhando com Josy. Cada coisa maravilhosa e com dicas super práticas que são oferecidas nesse cantinho! Vale a pena conferir. Eu modifiquei algumas coisinhas, mas o resultado foi ótimo! Ainda farei conforme Josy indica, que é empanando as batatas antes de frita-las.
Ingredientes:
- Três batatas
- Três batatas
- Requeijão
- Orégano a gosto
- Queijo ralado
- Sal
Modo de fazer:
- Descase as batatas e leve-as para cozinhar com sal. As batatas devem estar macias, mas firmes.
- Espere esfriar um pouco, corte-as ao meio e, com a ajuda de uma colher, retire o miolo e coloque em uma tigela. Misture essa batata com requeijão, orégano e queijo ralado.
- Coloque essa mistura dentro das batatas e alise com uma faca. Feche com a outra metade e prenda com palitos de dente.
- Frite no óleo quente. Ela forma uma casquinha deliciosa!
Servi com iscas de filé mignon acebolado com molho de mostarda!
Um ótimo apetite!
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Atum com mix de salada verde
Atum realmente quebra um galho para os dias de preguiça ou que estamos com pressa. O atum feito assim no verão é um prato ótimo e super refrescante!
Ingredientes:
- uma lata de atum
- meio tomate picado
- quanto baste de cebola picada
- meia cenoura ralada
- quanto baste de orégano
- azeite
- duas colheres de sopa de requeijão
- alface, rúcula, agrião e tomate cereja
- uma lata de atum
- meio tomate picado
- quanto baste de cebola picada
- meia cenoura ralada
- quanto baste de orégano
- azeite
- duas colheres de sopa de requeijão
- alface, rúcula, agrião e tomate cereja
Modo de fazer:
Misture todos os ingredientes, adicionando o requeijão por último. Eu coloco o azeite, pois o atum que uso não é com óleo.
Para fazer uma graça, coloquei tudo em um potinho plástico para deixar moldadinho como na foto.
Servi com a salada arrumadinha e pronto!
Para fazer uma graça, coloquei tudo em um potinho plástico para deixar moldadinho como na foto.
Servi com a salada arrumadinha e pronto!
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Fofocando (2)
Olá, pessoal!
Sumi mais do que pretendia!
Acontece que aproveitei as férias para ficar com Ricardo, que fazia anos que não tinha um descanso! Viajamos para Monte Verde (MG) e depois passamos uma semana em Natal (RN).
Quando voltei ao trabalho, estava tão cheia de coisas para fazer que o blogue foi negligenciado! Mas estou cheia de receitas para postar!
Aguardem!
Sumi mais do que pretendia!
Acontece que aproveitei as férias para ficar com Ricardo, que fazia anos que não tinha um descanso! Viajamos para Monte Verde (MG) e depois passamos uma semana em Natal (RN).
Quando voltei ao trabalho, estava tão cheia de coisas para fazer que o blogue foi negligenciado! Mas estou cheia de receitas para postar!
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